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Maltês

Grupo da Raça (FCI): Cães de Companhia

País de Origem: Malta

Data de Origem: 500 A.C.

Altura: 20 - 25 cm

Porte: Miniatura

Peso: 3 - 4 kg

Tamanho do Pelo: Longo

Tipo da Pelagem: Macia, Lisa e Fina

Expectativa de Vida: 12 a 15 anos

Cor: Branco ou marfim

Características da raça

Residência

Temperamento

Convivência

Cuidados básicos

Doenças comuns

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Mais sobre Maltês

O maltês é um cachorro conhecido e lembrado por sua pelagem lisa e comprida, característica marcante da raça. De maneira geral, esse cão é de fácil convivência com qualquer pessoa, de adultos a crianças, e não tem problemas com outros animais, podendo se relacionar bem até com gatos. Para quem procura um cachorro com alto nível de companheirismo, o maltês é uma boa indicação.

 

Cão de pequeno porte, o maltês é muito vistoso e elegante, principalmente por conta do pelo que cobre toda a sua extensão. Geralmente, vão dos 21 aos 25 cm, para machos, ou 20 a 23 cm, para as fêmeas, pesando até 4 kgs.

Origem

De origem Bichon, palavra que designa cães pequenos e brancos, o maltês tem grandes olhos escuros, que se destacam na pelagem clara.

 

O maltês já teve vários nomes, durante sua história, sendo conhecido, também, como “antigo cão de Malta” ou até “cão leão maltês”. Apesar de o seu nome ser conectado com a Ilha de Malta, não há comprovações claras de que isso seja certo; a nomeação pode estar conectada com “manàt”(que tem como significado “refúgio”), palavra vinda de linguagens da Ásia.

 

Historiadores relatam que esses cães são uns dos mais antigos de todas as raças do mundo, vindos desde o ano 300 a.C. Há registros da presença do maltês em artes gregas, por exemplo, e também no Egito Antigo, onde foi encontrada uma estátua de um bichon em um túmulo de Ramsés II.

Por que a raça foi feita?

Com o tempo, e após algumas trocas de exemplares da raça por outros produtos, por meio dos marinheiros, os maltês chegaram à Inglaterra, onde viraram cães de companhia, sendo popularizados pela rainha Maria Stuart da Escócia. Primeiramente, a intenção era que dois cães da raça fossem levados como presentes para a Rainha Vitória, mas antes de chegar ao seu destino, eles foram incentivados a cruzar, por meio de terceiros, o que fez com que seus filhotes fossem os primeiros maltês a serem exibidos na Inglaterra.

 

No Brasil, a raça chegou mais recentemente, por volta do ano 2000, e também ganhou, por aqui, grande popularidade.

Temperamento

Para adquirir um cão da raça maltês, é necessário ser muito presente na vida desse animal, pois, assim como eles adoram fazer companhia para seus donos, eles odeiam ficar sozinhos ou isolados em algum ponto da casa. No entanto, uma vez que essa relação é estabelecida, o maltês tende a ser um cão extremamente fiel e carinhoso com o seu dono e com aqueles com quem convive com frequência, apreciando a presença de pessoas ao seu redor, o que o torna, às vezes, mais calmo e o faz controlar mais sua impulsividade por latir.

 

A raça tem a característica de se adaptar com o estilo de vida do dono, sendo indicada tanto para pessoas mais ativas no dia a dia quanto para idosos ou pessoas com mobilidade reduzida.

Típicos comportamentos

Em relação aos comportamentos específicos do maltês, estes cães costumam ser corajosos e não temer outros animais ou cães maiores, principalmente aqueles que eles não conhecem.

 

Esse ar corajoso também faz com que os cachorros dessa raça latam muito, o que, às vezes, precisa da interferência de um adestrador, para um melhor comportamento do animal e para que sua convivência com as pessoas da casa e até com vizinhos e outros animais seja mais pacífica e não apresente grandes problemas.

Treinamento e adestramento

O maltês é uma raça que adora e aprecia brincadeiras diárias e, por isso, ele é um dos cães mais difíceis de ser adestrado, ocupando a 59º posição na lista dos 79 cães estudados pelo livro “Inteligência Canina”, do autor Stanley Coren. Com foco nesse ponto, é preciso ter total compreensão e, principalmente, paciência por parte dos donos na hora de ensinar alguns comandos ou truques para um maltês, que pode levar mais tempo para entender o que está sendo ensinado.

 

Não é necessário ensinar nada muito complicado para um maltês, mas é importante que qualquer lição seja passada quando ele ainda for filhote, pois, assim, é mais fácil de ele aprender o ensinamento e mantê-lo para o resto da vida.

Cuidados específicos

Os malteses necessitam de uma ração adequada à raça e com os suprimentos necessários para o seu desenvolvimento. Consultar um veterinário para se informar como alimentar o cachorro, no que compete a quantidade e tipo de ração, é o melhor caminho, pois, às vezes, o maltês tem um sistema digestivo delicado e que pede um tipo específico de alimentos. No entanto, cada cão é um cão, e é necessário observar o desenvolvimento do metabolismo do cachorro para saber se ele deve comer mais ou menos.

 

Com uma ração de qualidade, é possível oferecer refeições balanceadas e completas para o cão e, com isso, ele se saciará melhor e não há a necessidade de encher sua tigela o tempo todo.

 

O cão maltês é comumente lembrado pelo seu pelo liso, branco e sedoso. Mas ter um pelo assim necessita de alguns cuidados por parte do dono, sendo necessário pentear diariamente a pelagem desse cão e apará-la, o que facilita o cuidado com os pelos do animal. O banho e sua frequência podem depender do tipo de pelagem do cachorro.

 

O maltês é um cachorro feito e educado para viver dentro de casa, não só por ser apegado à família e por ter a necessidade de conviver bem de perto com seus donos, mas também por conta dos seus pelos, que, por sua intensidade, costumam acumular muita sujeira, o que significa que, se o animal passar parte do seu dia no quintal e entrar em casa apenas pra dormir, a tendência de que ele suje sofás, tapetes, lençóis e edredons é muito grande.

 

De maneira geral, o maltês não é um cão que costuma apresentar grandes problemas de saúde, sendo bem resistente para um cão de pequeno porte. Com a idade mais avançada, alguns problemas podem aparecer, como hipoglicemia ou surdez, mas são casos ligados à velhice e não a alguma característica da raça em si.

 

Pode acontecer, também, a dentição dupla, que ocorre quando os dentes de leite não caem, mesmo quando nascem os permanentes. Em casos assim, a consulta a um veterinário de confiança é importante, pois, assim, ele indicará o tratamento ideal para casos de dentição dupla em cachorros. Outra necessidade para o maltês é a limpeza de tártaros, já que a raça tem a tendência de desenvolver esse problema bucal.

 

A raça não costuma exigir muito para se manter saudável física e mentalmente, mas é preciso lembrar que exercícios diários são muito importantes, pois o maltês é um cão que gosta de brincadeiras e aprecia caminhadas leves.

 

Como todo cachorro, o maltês precisa visitar o veterinário periodicamente, desde filhotes até adultos, para que sejam realizados exames de rotina e para que as vacinas fiquem em dia, prezando pelo bem estar e saúde do animal.

Curiosidades

Por baixo da elegância e beleza do maltês, se esconde um perfil rateiro bem presente nesse cão. Essa habilidade já é antiga no animal, que visava proteger o local onde morava dos ratos que podiam invadir o lugar. Nos dias atuais, ainda que ele não tenha que desempenhar esse papel nas casas, o Maltês ainda guarda seu lado rateiro, principalmente quando brinca com bolinhas ou ursinhos, projetando esse seu perfil nos brinquedos do dia a dia. É normal ver um maltes que gosta de caçar bichos e que não largam brinquedos por nada, como se estivessem agarrando uma presa.

 

Os filhotes de maltês costumam nascer diferentes de seus pais, e, quando pequenos, possuem nariz, olhos e boca bem rosados. Depois, conforme crescem, começam a aparecer alguns pontos pretos na pelagem. Com, no máximo, 2 meses, a pigmentação estagna e a cor rosada que sobrar em algumas regiões do corpo, como as citadas, não sai mais. Em alguns raros casos, há filhotes de maltês que nascem com cores alaranjadas, o que muda com até, no máximo, seis meses, e o filhote se torna, então, todo branco.

 

Alguns criadores de maltês da Ásia tinham o costume de tosar o pelo desse cão para que ele se parecesse com um leão, o que originou um de seus apelidos mais conhecidos: o cão-leão.

 

Outra curiosidade é que o maltês foi reconhecido pelo Kennel Club, um órgão que registra cães puros, em 1888, o que mostra seu lado já antigo na história.

 

Em relação às suas participações em exposições, esse é um papel muito frequente do maltês, que desde muito tempo participa de grandes competições de beleza para cachorros e é uma das raças mais presentes nesses eventos.

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